Alimentação Saudável

Vitamina E: saiba como proteger seu corpo de doenças

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Que tal ter uma pele sempre jovial e saudável e, ainda, ficar com uma imunidade nos trinques, resistindo bravamente a resfriados, gripes e outros desconfortos? Tudo isso é possível! Basta consumir vitamina E de forma adequada.

Conhecida como tocoferol, ela minimiza os efeitos do envelhecimento por meio de um poderoso agente antioxidante.

Já na prática de exercício físico intenso, a vitamina é uma grande aliada porque reduz os prejuízos causados pelos radicais livres e aumenta as defesas do corredor, por exemplo.

Durante e depois atividades com grande esforço, ela minimiza os danos oxidativos nas células, além de ajudar a diminuir consideravelmente os sintomas de overtraining.

É que o nutriente influencia a regeneração de todos os tecidos do corpo, incluindo pele, sangue, músculos, ossos e nervos.

A vitamina E é lipossolúvel e, entre outros benefícios, é responsável pela rápida cicatrização de feridas e proteção contra doenças crônicas (Alzheimer, Parkinson, câncer e problemas cardiovasculares).

E mais: aumenta a longevidade, colabora com a fertilidade humana e com a absorção da vitamina A no organismo. 

Veja como ganhar mais saúde com a vitamina E

A vitamina E é sintetizada somente por plantas. E os óleos vegetais são as principais fontes dela na alimentação. Quanto aos laticínios e carnes, eles oferecem quantidades moderadas dessa substância.

Confira a lista dos produtos ricos em vitamina E:

  • Óleos vegetais – soja, amendoim, palma, girassol, milho e cártamo
  • Sementes oleaginosas – amêndoas, castanha-do-pará, nozes e avelã
  • Sementes, grãos inteiros e gérmen de trigo
  • Vegetais, principalmente os verde-escuros

Teor de Vitamina E em alguns alimentos

*Fonte mg /100 g

  • Alface crespa crua – 0,4
  • Alho-porró cru – 0,92
  • Amêndoas secas – 24
  • Amendoim torrado seco – 7,78
  • Avelã seca – 23
  • Batata frita – 4,28
  • Castanha-de-caju assada seca – 0,57
  • Castanha-do-pará seca – 7,6
  • Couve-flor crua – 0,04
  • Ervilhas verdes congeladas – 0,12
  • Ervilhas verdes cruas – 0,13
  • Feijão verde congelado – 0,09
  • Grãos de milho enlatados – 0,04
  • Manteiga – 1,33
  • Óleo de amendoim – 11,42
  • Óleo de milho – 13,5
  • Óleo de oliva – 11,42
  • Óleo de soja – 10,7
  • Pistache seca – 5,21
  • Salsa crua – 1,73

Obs: 1UI = 0,666 mg de vitamina E

Como identificar a carência de vitamina E

A carência de vitamina E pode causar:

  • Atividades anormais das plaquetas
  • Disfunções neurológicas (perda de reflexos, falta de coordenação, problemas de equilíbrio e dificuldade para andar)
  • Elevação do colesterol
  • Insônia
  • Miopatias
  • Queda de cabelo
  • Retinopatia em bebês prematuros
  • Ruptura das células vermelhas do sangue

Outro papel importante dessa vitamina é sua atuação na sintetização de hormônios. Por isso, a falta dela pode estar relacionada à infertilidade, dificuldade de engravidar ou, ainda, a casos de aborto.

E mais: com o decorrer dos anos, o sistema imunológico vai perdendo sua eficiência no combate a micróbios e vírus. Essa decadência é causada, em grande parte, por baixos níveis de vitamina E no organismo.

Tanto é que estudos revelaram melhoras nas respostas imunes em idosos que tomavam suplementos dessa substância.

Além dos alimentos citados anteriormente, é possível adquirir esse nutriente via suplementação, mas sempre com acompanhamento especializado. Mas a falta de vitamina E é rara e, quando ocorre, está geralmente ligada aos problemas na absorção intestinal.

Quanto aos efeitos do excesso dela em nosso corpo, há dúvidas e até controvérsias a esse respeito. Por isso, o recomendável é que pessoas saudáveis, que mantêm uma dieta balanceada, não utilizem complementos de vitamina E, assim como de outros nutrientes.

Por essas e outras razões, nunca é demais lembrar da necessidade de um cardápio diário rico, composto de proteínas, vitaminas, carboidratos e gorduras boas. Quem avisa, amigo é!

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