Doenças

Crise de enxaqueca: como ela acontece?

Muitas pessoas falam em crise de enxaqueca e, quem realmente sofre com o problema, vive com o constante medo de que os sintomas comecem a aparecer, gerando o já conhecido sofrimento. A verdade é que a enxaqueca é uma condição crônica e recorrentes, ainda sem cura, mas que pode ter tratamentos que reduzem seus danos.

É por isso que a divulgação de informações sobre o assunto é tão importante: munidas de conhecimento, as pessoas podem aumentar significativamente sua qualidade de vida, evitando que a enxaqueca limite suas possibilidades, ou seja um fantasma a perseguindo constantemente todos os seus passos.

Saiba mais sobre o que realmente é uma crise de enxaqueca, seus diferentes tipos, características, e como você pode utilizar cada uma delas para fazer com que as crises sejam cada vez menos dolorosas em sua vida:

A diferença entre a enxaqueca e a dor de cabeça

Um esclarecimento muito importante é não confundir uma dor de cabeça comum com uma enxaqueca. Não se trata de desmerecer o sofrimento de quem é acometido por uma dor de cabeça: o sintoma pode ser extremamente doloroso e tão desconfortável quanto uma enxaqueca.

A enxaqueca, no entanto, consiste em uma condição diferente, que tem a dor de cabeça como um de seus sintomas. A enxaqueca deve ser diagnosticada, pois se trata de uma propensão ao desenvolvimento de confusões químicas no cérebro que afetam o sistema nervoso, resultando em dor e uma série de outros sintomas como náusea, perda de sentidos e desorientação, com potencial de ser debilitante.

Além disso, uma crise de enxaqueca pode durar horas ou dias e tende a voltar com frequência em pessoas que já a tiveram. Muitas vezes, trata-se de um problema que acompanha a pessoa durante décadas. A importância de diferenciar uma crise de enxaqueca de uma dor de cabeça está na necessidade de diagnosticar a causa desta dor de cabeça corretamente, para que ela possa ser tratada.

Diferentes tipos de crise

Quando falamos em uma crise de enxaqueca, é importante notar que não existe um único tipo de crise. Não apenas as causas da enxaqueca são diversas, mas também as formas como ela se manifesta variam muito.

Entre as principais diferenciações, as crises com ou sem aura estão entre as mais debatidas. Se você sofre de enxaqueca com aura, é comum que enxergue formas, perca parte da visão temporariamente, escute coisas e, até mesmo, perca a capacidade de se orientar um pouco antes da crise acontecer. Esses sintomas podem perdurar, ainda, durante a crise.

Já uma crise sem aura é aquela em que a enxaqueca já começa através da manifestação da dor de cabeça, acompanhada pelos demais sintomas. Em geral, este tipo de crise não debilita os sentidos, como a visão, a audição e o tato – o que não significa dizer que seja menos intensa.

Possíveis tratamentos

Embora a enxaqueca não tenha cura, é possível tratar a condição para que cada crise de enxaqueca se torne mais branda e menos frequente. Isso pode ser feito através de medicamentos preventivos, hábitos que reduzam os riscos do problema e, ainda, medicamentos que auxiliem no combate aos sintomas, quando eles afetam você.

Os tratamentos, no entanto, consistem em um aprendizado constante sobre quais artifícios são eficientes, e quais não surtem muito efeitos sobre suas crises. Por isso, sempre é importante somar aquilo que você aprendeu com as crises.

Uma boa dica é desenvolver um diário da condição, anotando cada crise de enxaqueca em associação ao dia, que tipos de hábitos você teve naquele período, o que comeu, o que utilizou para tratar os sintomas, qual foi a resposta do seu corpo em relação a estes medicamentos, e etc. Dessa forma, você consolidará o que funciona para você, e o que não é tão eficiente assim.

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